“Gloria! TBC!! Pouso e Consagração da Estrêla Brasyleira Cacilda !!!”
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Release completo da oficina no Oficina Online
“Gloria! TBC!! Pouso e Consagração da Estrêla Brasyleira Cacilda !!!”
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Estrela Brazyleira a Vagar – Cacilda!!, a segunda parte da tetralogia sobre Cacilda Becker que estreou em setembro de 2009 e fez temporada até o fim do ano, está indicada para receber o Prêmio Cooperativa Paulista de Teatro 2009 na categoria Projeto Sonoro: integração orgânica entre os elementos sonoros do espetáculo e sua realização cênica – palavra, canto, trilha original ou adaptada, arranjos e sonoplastia.
Os artistas-técnicos da Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona indicados pelo projeto sonoro são os músicos Adriano Salhab, Guilherme Calzavara, Ito Alves, Marcos Leite, Rodrigo Jubeline e Zé Pi, o sonoplasta Rodrigo Gava, trilha e operação de microfones de Ramon Monteiro e as preparadoras de voz de Letícia Coura e Naomy Scholling.
A cerimônia de entrega será hoje, no espaço Parlapatões, na Praça Franklin Roosevelt nº158, às 21:00hs.
A lista com todas as indicações está no site da Cooperativa.
No dia 21 de dezembro de 2009 o movimento Bexigão realizou rito-espetáculo em sua sede na Rua Maria José, no Bexiga. Inspirados pelo Bailado do Deus Morto, de Flávio de Carvalho e pela obra de Friedrich Nietzsche a encenação aocnteceu fora e dentro do espaço do Bexigão e teve participação do público e dos moradores, crianças, jovens e adultos, que vivem por perto.
O pesquisador Luca Prazeres, brasileiro e norte-americano que estuda e divulga o Teatro Oficina nos Estados Unidos estava presente e tirou fotos. O álbum pode ser visto aqui.
Ele também fotografou o entorno do Oficina, é possível fazer um breve tour pelo terreno lateral ao Oficina, parte deste “ground zero” como o chamou Luca, aqui.
A partir da obra de Oswald de Andrade, antropofagiada por Beatriz Azevedo e por diversos artistas e intelectuais que pelo mundo todo estudam e praticam a fiosofia do autor brasileiro, o portal de Antropofagia, no ar em sua versão atual desde 11 de janeiro quando Oswald completou 120 anos, reúne material acerca do 1º Encontro Internacional de Antropofagia, realizado no Sesc em dezembro de 2005 com direção geral de José Celso Martinez Correa, e material vasto sobre o assunto, desde teses à matérias de jornal, fotos e vídeos.
O portal pretende ser também um ponto de união, um tótem para que circulem em volta todos aqueles interessados na antropofagia cultural e praticantes desta arte.
O diretor artístico da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona está internado no hospital Sírio Libanês desde segunda-feira dia 11 de janeiro. Recém retornado das férias no Piauí, onde sofreu um breve desmaio, foi consultado pelo médico cardiologista Roberto Kalil que pediu sua internação para a realização de exames.
Como a desconfiança de arritmia cardíaca comprovou-se através dos exames foi decidido que será implantado um marca-passo para acertar o ritmo do batimento cardíaco e como consequência trará maior qualidade de vida, mais energia para Zé que completa 73 anos em março.
Neste momento, em que o governo federal decreta o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos, tocando em diversos tabus de nossa nacionalidade, inclusive buscando revelar métodos e quem são as pessoas que durante a ditadura militar cometeram crimes contra a humanidade da magnitude de torturas e assassinatos e ficaram encobertos pela lei de anistia, Zé Celso acredita que seu corpo, dos poucos dentre os artistas que foram torturados, deva receber do Estado a indenização dessa cirurgia complicada de implantação do marca-passo.
A data para a cirurgia seria definida nessa noite de quarta-feira de acordo com novos resultados de exames. É provável que ocorra nesta quinta-feira ou mais tardar na sexta.
A entrevista completa pode ser vista no canal Qik do Oficina
O workshop foi adiado para a quaresma de 2010, portanto não valem as informações do flyer que fica no blog como registro acrescido do texto de direção do Zé Celso para o ano que vem.

OFICINA UZYNA UZONA na QUARESMA DE 2010
Canto de Concepção
“Gloria! TBC!! Pouso e Consagração da Estrêla Brasyleira Cacilda !!!”
Uma OficinaUzynaUzona em torno da Casa de Sagração da Mithica de Cacilda Becker:
o Teatro Brasileiro de Comédia ,
através de sua incorporação em CACILDA!!!
Em 1968 “Cacilda Antigone Chanel Becker”,”A Cacilda !!!!”
no renascimento do Coro Pagão
Grego- Indio-Negro no Teato Brazyleiro
na Obra Prima Musical : “Roda Viva” de Chico Buarque de Holanda
houve um massacre pelo CCC em São Pã e pelo Exercito Brasileiro da Ditadura em Porto Alegre
á este Coro
Nestes tempo ,nos defendendo Cacilda proclamou na TV:
“Todos Os Teatros são meus Teatros”
Meu maior desejo nesta proxima
OficinaUzynaUzona na Quaresma de 2010
é trabalhar com todos os Teatros
todas as gerações
No Ano de 2008
trabalhamos Cacilda!!
com vinte anos,chegando ao Rio, com 40 jovens.
Continuo querendo trabalhar com esta
brilhantíssima jovem geração
mas quero tambem trabalhar com os atores já amadurecidos na carreira teatral
com pois pela idade ,
corresponder á geração deste Mergulho:
Tonia Carrero, Carmem Miranda,Adolfo Celi,Paulo Autran,Maria della Costa, Sergio Cardoso, Ziembinski , Walmor Chagas, Raul Cortez, Nydia Lícia,Eugenio Kusnt, Madame Morineau,
Maurice Vaneau, Flamaínio Bollini Cerri,Gianni Ratto Fernanda Montenegro, Sergio Brito, Fernando Torres,Jardel Filho, o pessoa do 1º Grande empreendimento Industrial de Cinema, o pessoal da Vera Cruz: Alberto Cavalcantii,Luciano Salce os da música: Dick Farney, Nora Ney, Isaura Garcia,Antonio Maria, Adoniran Barbosa, os Empresários do nivel de Sandro Polônio, Franco Zampari,Joe Jantor, Nick Bar…
Todos e muito mais…personagens desta TragiKoméyOrgya .
Até nosso encontro enamorados do Theatro
iÁ! Zé
Nesta Noite as palavras mântricas da “Navalha na Carne” abriram a brecha da Jaula da língua, do povo que phala nela, da revolução cultural brazyleira que emergiu. Nunca Plínio foi percebido assim, mas hoje eu tenho a certeza que a Tropicália, nasceu em 1958 com“Barrela”e foi aberta magicamente pela escrita deste bruxo. Não confundir com a língua naturalista, língua de poeta forjador da língua, como Pound, Beckett, Nelson Rodrigues, Oswald, Noel Rosa, etc.
Dia 19 de Agosto de 1967, Oswald de Andrade, renascia no ”O Rei da Vela” e apagava o quadro da história do Brasil: a 1ª Missa e via o quadro ainda não pintado, da inicial civilização brazyleira: a devoração do Bispo Sardinha que partira de Barco para Roma em busca de mulheres brancas para que os portugueses não cruzassem com as índias e criasse um brazyl, mestiço. Nos recifes do litoral de Sergipe, os índios Caetês, terra do presidente Lula que hoje phala na língua que o Poeta Plínio Marcos libertou, é devorado.
Toda nossa geração abriu as portas do nosso apartheid mental e físico para os índios, (Plínio tem um texto magnífico sobre o suicídio de uma última tribo que li no Teatro Lilian Lemmertz) os afrobrazileiros, a quem devemos nosso suingue e compreensão da Tragédia e da Comédia Grega, aos emigrantes, aos marginais, ao pop, à Radio Nacional, ao Circo, e em 1967 surge a revolução teológica de sagração da sexualidade de José Vicente, em “Santidade” a revolução do homosocial, quer dizer do homem e mulher afetivos, como agentes poder político em “Cordélia Brasil”, uma geração de grandes autores que nem dá pra mencionar: todos influenciados pelo Marco: Plínio. No cinema vem Glauber, detectando os tremores da Terra em Transe do momento, Helio Oiticica tirando o quadro da parece e vestindo, e criando os ambientes penetráveis e sensuais, como a Tropicália, que batizou o movimento sincrônico. Helio como Plínio é Santo Demônio, Exu de terreiros como o montado atualmente na Magnífica INHOTIM a 50km. de Belô: O Magic Square, o Terreiro de Helios, do Sol, de Delphos Apolo no Brazyl; Caetano compunha Tropicália, Gil introduzia a Guitarra elétrica, operários, estivadores, trabalhadores rurais, estudantes, lutadores armados de vanguardas revolucionárias, intelectuais, tomaram as ruas, e somente foi tudo impedido por um violento 2º Golpe Militar o Ai5! Que feriu, matou, torturou mas não conseguiu matar o que não morre jamais, o instinto de Arte, de Criação permanente de sobrevivência, e transvivência dos povos e dos artistas. O Gigante Marco, Plínio Marcos hoje mais que nunca retorna sempre. Simplesmente falar o que ele escreveu, é invocar um mantra.
Seus livros são sagrados, escritos na língua vinda do Amor&ódio, Paixão, da Multidão de Ovelhas brancas ou negras, que querem simplesmente libertar-se da sua escravidão à um Rebanho de Ovelhas Dominadoras, dominadas, que precisam de Pastores, pois mantêm Guerras, Criminalização das Drogas para Indústria de Morte Armamentista, o Racismo, a Homofobia, a Tortura, o Apartheid social, e a concentração do Capital, numa forma fundamentalista: O Capitalismo.
Qualquer fala de Plínio é uma Bomba Cultural, neste Rebanho Pastoreado pelo Mercantilismo e já contribui para as brechas que hoje denunciam as rachas num sistema que parecia inviolável.
Sua palavra vai atravessar todos os muros, e vai ser transcriada em todas as línguas creollas do mundo, pois é universal.
Plínio é antes de tudo um de nossos maiores Poetas Profetas.
Uma Biografia, uma ópera de Carnaval, um Enredo de escola de Samba que vá mais fundo, tem de aparecer detalhando o roteiro deste ser mortal foi passando como Gorki por todas universidades da vida para trazer seu verbo além do bem e do mal, sagrado-profano, lindo, concreto, poético, vazando as velhas Escrituras, as velhas Muralhas, estabelecendo-se para a eternidade até no Teatrão. Jean Genet teve uma à sua altura. Nós vivos, precisamos de uma, urgente, escrita da vida dele, na língua dele, à sua altura, baixura e musical harmonia.
Me deu água na boca.
Tenho a imensa honra da Estréia pública de “Navalha na Carne “ter sido feito no Oficina e da luta que tivemos todos que travar para que nossas peças ficassem em cartaz, não fossem invadidas pelos terroristas que invadiram ‘Roda Viva” e que nos ameaçavam todos. Plínio participou em 1968 do “Ministério da Cultura” que era a Comissão Estadual de Teatro do Estado de São Paulo, no reinado de Antigo Chanel: Cacilda Becker, com ela e toda classe Teatral em desobediência civil transmutamos a história do Brasil e do Teat(r)o a partir daí com uma vertente aberta de lutas parindo esta nova era.
Somente seu nome, justificaria a nossa luta hoje juntamente com a Escola de Samba Vai Vai, pelo Tombamento do Bairro do Bexiga, sua revitalização e ida ao encontro de seu destino urbano: ser o Ponto de Encontro de todos os Ghetos de SamPã, o nosso Centro Cosmopolita desta babel que na cultura se entende cada vez mais.
Viva os 10 anos de Ethernidade do Marco Navalhado da revolução Cultural Brazyleira
Plínio Marcos
EVOÉ POETA GREGO NEGRO DE SAMPÃ
Artigo publicado originalmente no site da Rede Globo, A Gente se Vê no Teatro