Antes de tudo:
- quem tiver fotos ou videos do Festival Outono Oficina entre em contato com o blog
- tudo isso é público e está linkado ao site do oficina >>> www.teatroficina.com.br
Agora:
Pela Ágora
Pelos Festivais
Pelas Dionisíacas
Pelo Anhangabaú
Por Sampã na Terra
Pela Cultura por dentro
IÓ coros do Oficina! AGÔ!
Vem
Todos os que cantaram pelo terreiro
neste outono que passou
os que beberam seu néctar multicor
os de dentro e os alem mar
onlines do corpo planeta espaço
os que puderam lá pela primeira vez pisar
os que perderam o cabaço
os que tocaram e se tocaram
os que viram o avanço
do forró da ópera
do cinema do som
a faca de Lorca caLor
bodas de prata X Package To Overseas
madrugadas e reviradas que atravessamos
tudo que se aterrou e se exumou
nos filmes do Oficina mostra nas paredes telas do Terreiro Eletronyko.
Ainda sem numero de pessoas mas já toda a multidão de um lugar
que quando cruza a rua Canudos entre a Jaceguay a do Bixiga
se emparalela a Abolição a Japurá
entrando pela santo Amaro a Brigadeiro o Sacolão a Abolição a Humaitá
por 21 luas vivemos o tesão da Associação
uzynando multidões de terreiro
do Terreiro
amamos o mesmo amor no que vai se explodir
em Ágora agora
quando o projeto do Anhangabaú da Feliz Cidade
conseguir ser no ato do fato
e afetar aqueles que sabem de si
do mundo
ancestrais românticos da idade mídia
e não sabem nada alem
de que precisam contracenar
e desenrolar o conflito entre
o pseudo liberal libertador e progressista
e o phoder ancestral rheal libertador da cultura
viva dentro de cada cada
o Festival pôde acender xamas em pencas
matogrossos cavalcantis lopes camilos carlos moraes firminos
assumpcões azevedos ruizes raízes couras
burhes capparelis cunhas nascimentos
aeroplanos de pássaros cantando o terreiro aberto
o terreiro perto e limpo
a vela acesa e o altar de talismã
xamando a cidade em todos os públicos
vezes cada um por si
ora por todos na orgia
na melhor delicia do mel dessa palavra
O R G Y A
pública de públicos.
Santos baixam na terra e demos
todo o phoder a eles.
E o espaço se transformou em tudo o que quis
porque assim é que se phode a ROCHA VIVA
cinema poltrona palco teatro banda boteco
rua subsolo teto buracos roubos ou furtos bécos
pista inferno família gangue municipal
em montagem e desmontagem de astros e desastros
A Associação xama para o phoder do que aconteceu
para sabermos de nós e de cada um no nó da gente
que festivamos o outono de coração apaixonado.
Que nenhum show foi simplesmente um show.
Rizomas que somos.
Que o Outono Oficina quer a Ágora e o Anhangabaú
que o inverno seja chuvoso e florido
e se lance sobre a primavera
e no verão de Lu(i)z
que esse ano celebra 22 anos de ethernidade
Ofereceremos alegria!
Ao terreiro que é da Cidade
À Associação
e à ANTONIO FELICIANO DA PAIXÃO
o Surubim
mestre dos quadros que flutuavam pela galeria do teatro
e que entra agora num movimento de exumação e coleta mundial de suas obras
para uma organização centralizada de toda sua história de arte
não fizemos ainda a exposição do Surubim
mas abrimos o espaço Surubim.
Eterno retorno do Oficina Sistina
quando o teatro na sua reconstrução transformou suas paredes
em véus transparentes pequenos cabaços
e onde da rua dá pra ver arte fermentada no tijolo.
Tudo a fazer.
À Lina orácula.
E os conselheiros do caminho que nos religam.
E digestamos estrelas
Findo o gozo fundo com tutu e chá de boldo
novos em velhos corpos ocupantes amadurecidos
limpezas viagens produção na velocidade do avião
embriagados nas folhas verdes do jardim das sombras
onde deve dormir Surubim
nas noites em que o Terreiro dorme sozinho
Na transparência do vidro quebrado
e na sinfonia do piano desafinado
cuidamos do espaço e quando descuidamos
é ele quem fala para ser bem amado
assim serestando vamos a Cacilda !!
pra quem o Festival aqueceu a batucada
e depois a banquetes de ouro que hão de vir
Associa-se quem quer
Gosto se serve
com que lábios te beijei
Quem vê tudo é o terreiro.
Vamos misturar tudo
o que o Outono deu s
e a uzona deixa nascer
TUPY OR NOT TUPY
MERDA OURO
20:00h do domingo da ultima semana do meu inferno astral de prata
25 no 22