Arquivo da Categoria ‘Dionisíacas’

Momentos antes da estreia em Manaus

sábado, 4 de setembro de 2010

Estamos a algumas horas da estreia em Manaus, mais de doze, menos de vinte e quatro. E o segundo caminhão, que partiu de Belém no dia 30 de agosto levando todo o cenário, contratado de improviso pois foi enviado um primeiro que não deu conta de todo o comboio das Dionisíacas, está prestes a chegar. Os cenógrafos e cenotécnicos seguem para o Teatro Estádio armado no Sesc Balneário às três da manhã e é certo que o trabalho segue até o momento da estreia, o início de Taniko, marcado para as 18h desse 4 de setembro.

Rememorar as razões que levaram a tamanho atraso talvez fosse inútil nesse momento. As dificuldades que a Companhia enfrentou para produzir as Dionisíacas na terra manauara, acolhidas finalmente pelo Sesc, levaram à decisão tardia de cumprir a agenda planejada para a turnê nacional e as consequências são principalmente a falta de planejamento na cidade que provavelmente mais necessitava de pré-produção.

É que Manaus é uma ilha cercada pela floresta. A internet já foi considerada, em pesquisa publicada, a pior e mais cara entre todas as capitais do mundo. Tanto nos domicílios quanto em edifícios de serviços públicos e privados, os manauaras estão acostumados a não acessar vídeos no Youtube ou baixar filmes. A solução para esse problema parece que virá quando cabos óticos da Venezuela chegarem à cidade, provavelmente seguindo as trilhas da estrada Manaus – Boa Vista, que atravessa reservas indígenas e liga as duas cidades distantes 700 kilômetros.

Assim o acolhimento do Sesc foi fundamental para que se obtivesse em tempo recorde a estrutura necessária para realizar as Dionisíacas, tanto as Oficinas Uzynas Uzonas quanto os espetáculos, que serão transmitidos ao vivo pelo site do Teatro Oficinas através do link da unidade Balneário, mas ao mesmo tempo significa, paradoxalmente, outro ilhamento. Isso porque, a experiência já provou, a catarse desse encontro entre o grupo Uzyna e o público desconhecido é plena em praça pública e perde-se muito a visibilidade da grande estrutura de teatro que é montada atraindo a atenção dos que passam, gerando um movimento de curiosidade fundamental para produções com pouquíssimo tempo de divulgação local.

Mesmo assim panfletar, distribuir volantes, é uma experiência que vale pelo contato que se tem com o povo bebendo nos bares e os jovens moradores do bairro popular onde está o Sesc Balneário, os Campos Elíseos, cuja estrada principal é repleta de bons restaurantes e magníficas padarias que servem a qualquer hora o tradicional café regional, composto de iguarias preparadas a partir do milho e da mandioca acompanhadas de sucos e frutas típicos da Amazônia.

Está entrando o fim de semana. A partir do sábado, logo ao meio-dia, tudo fecha. As ruas do centro ficam desertas e grande parte da população segue para o interior ou regiões próximas onde possam beber e aproveitar rios e cachoeiras longe da agitação caótica de Manaus. A impressão que se tem é de que ninguém irá desabalar de seus refúgios para participar das Dionisíacas nesta estreia. Veremos o que nos prepara o inesperado.

Os espetáculos acontecem de 4 a 7 de setembro, sempre às 18h, com transmissão ao vivo no www.teatroficina.com.br/aovivo

Viva a Mina do Povo de Minas

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Ió! Tiago,

tive um insight agora quase dormindo. Estou no “AltoChão” uma praia em Santarém, onde desci do barco, para seguir depois de amanhã para Manaus. Aqui pude ter acesso por um modem ao seu email e às respostas da Tatiana.

Saquei que a Thaís e as autoridades locais não aceitam o Teatro de Estádio em Praças Públicas, onde se misture toda a cidade. Temem ser acusados de mostrar ao público em Praça Pública os Tabús transmutados em Tótem. Temem que os eleitores os repudiem por estar permitindo a “pouca vergonha” na Praça Pública.

É a velha historia dos que querem pastorear o povo e transformá-lo em rebanho: “O Povo não está preparado para as coisas que mostra o Teatro Oficina para 2.000 pessoas, de graça!”. Mas como diz Oswald de Andrade no HOMEM E O CAVALO: “Pra trepar e pra comer todos nascemos preparados”.

É justamente o que o Ministro Juca Ferreira e sua equipe querem, e independe um pouco da falta de cultura e do medo que os poderes locais possam ter.

O Teatro Oficina, como o grego, é dirigido à Cidade, não a um público “entendido”, “culto”, de “classe”. É também para estes mas somente bate se for para todos, se vira Arte Pública. Os temores que tivemos para chegar ao povo de Canudos repetem-se. O fato de vocês se intimidarem e proporem um orçamento que sabem impossível para o nosso convênio com o MINC demonstra um recuo, um desejo de não  arriscarem-se neste embate político. Parece mesmo que vocês não querem que apareçamos em BH com esta liberdade, que não querem se expor nesta luta necessária e maravilhosa, além de divertida e gostosa.

Nesta atitude sinto compactuação com o Poder da Tradicional Oligarquia da Velhíssima Família Mineira em querer responsabilizar-se por enfrentar esta obra de Arte da Liberdade de todos: de pobres e ricos serem livres para o Amor, para a liberdade, para atuar no que desejarem.

Nossa busca atingirá a glória do Teatro Grego se como eles tivermos coragem de abrir nossos abcessos fechados em Praça Pública. É uma questão de ÉTICA DA ESTÉTICA e da SOFISTICAÇÃO CULTURAL. O Povo não merece o Politicamente e hipócrita correto dos Teatros doutrinários de ONG.

Em Manaus aconteceu a mesma coisa, acabaram nos colocando no SESC, num bairro popular, mas não é um espaço público da cidade, mas do SESC. Em Brasília ocupamos a Praça dos Ministérios e tínhamos ao fundo da cena a Praça dos Três Poderes. Em Peixinhos, entre Olinda e Belém, fizemos as DIONISÍACAS num Centro Cultural da Prefeitura, quer dizer, do poder público. Foi um GOL !!!! No Pará  fizemos na Praça da Bandeira, e todo poder político, estadual, etc. colaborou conosco. Foi uma atitude culturalmente extraordinária da governadora Ana Júlia. Mas na Bahia fizemos numa Escola de Dança para um peublico entediado da classe artística e cultural local, portanto, não foi um espetáculo de Teat(r)o de extádio público.

Muito grato por essa luz, queremos mesmo como Oswald de Andrade, a ÁGORA, o Poeta expondo seus abcessos na Praça Pública. Só assim atingiremos a glória de dar ao Brasil o Teat(r)o Brazyleiro, no patamar que o crescimento econômico e social do Brasil nos exige.

Enquanto as Tias da Oligarquia, à esquerda ou à direita, quiserem cercear o Poder do Teatro, que traz Poder e Phoder transhumanos para todos, em vez de recuarmos temos o direito e o dever de avançar na luta com felicidade guerreira pelo que desde Castro Alves acreditamos: “A Praça é do Povo como o Céu é do Condor”.

Se não conseguirmos vencer esta barreira vamos fazer talvez em Brumadinho, ou em Ouro Preto. Que acha Angelo Oswaldo? Que acha disto tudo Priscila? Eu acho um assasinato cultural, em pleno ano de eleições, em 2010, o povo de BH não ter direito à grande Arte, “ao fino biscoito que fabricamos”, e só ser chamado para comícios de Photoshop, onde ele aliás não comparece, não aceita ficar naquele cercado.

Queremos vocês conosco, sem pé atrás.

Ah! Tenho muita curiosidade de saber do conteúdo dos percalços que causamos.

Todo Amor, desejo  de uma luta comum justa, libertária, de derrubar as novas Bastilhas. Liberdade ainda que tardia. Minas não  pode estar aquém da luta dos Árcades da Inconfidência.

É uma questão Política de Ética Estética, além do politicamente correto e do velhíssimo exercício do poder contra a reunião das multidões de todas as classes se encontarem.

O q pode acontecer?

Somente apaixonarmos todos que amam a vida, como tem acontecido pelo Brasil todo. O Povo e as classes da elite cultural e econômica, têm o direito de gozar juntos como os Gregos e os Reis Elizabetanos gozavam.

Outubro nas eleições será o que será mas não podemos temer a Liberdade da Cultura, o Poder do Anarquista Coroado, de nossa loucura libertada, de todos: burgueses e não  burgueses. O Teatro de Estádio é o lugar único dos compartimentos sociais se reencontrarem no que tem de comum, mamíferos, mortais, essa sensação é o que o grande Teatro em todas Grandes Épocas da Humanidade puderam dar ao Público.

A Política, como é praticada é o lugar do cálculo, do marketing, do medo. O Teatro é o oposto, é o lugar onde podemos nos comunicar na Poesia, na Viagem nos nossos Subterrâneos que vindos à tona trazem nossa força, vinda de nossas Minas interiores.

Todo meu Amor a Minas, não solidária somente no Câncer, mas na Solidariedade dos desejos mais perversos e ocultos que fazem nossa grandeza humana

VIVA A MINA DO POVO DE MINAS

MERDA

O Liberal, 24 de Agosto de 2010

quarta-feira, 25 de agosto de 2010

Belém 24 de Agosto de 2010

A força dramática do Oficina

Passagem do grupo liderado por Zé Celso Martinez mexeu com as emoções do público

Em águas amazônicas a companhia Teatro Oficina segue para Manaus, a próxima cidade que receberá a turnê ‘Dionisíacas em viagem’. Na bagagem de José Celso Martinez e dos atuadores, o ‘Manifesto Antropófago’ de Oswald de Andrade, a obra que fundamentará as oficinas a serem desenvolvidas em Minas Gerais, para onde segue a companhia depois da passagem pela região Norte. Em Belém, eles deixaram a marca do Teatro Oficina nos oficineiros e nos espectadores dos quatro espetáculos apresentados neste final de semana.

O Teatro Extádio (‘ex’ em menção ao êxtase), local onde foram apresentados os quatro espetáculos – ‘Taniko, o rito do mar’, ‘Estrela brazyleira a vagar – Cacilda!’, ‘Bacantes’ e ‘O Banquete’ – não poderia ter outro nome. Na arena – um palco central, rodeado por arquibancadas – foram apresentadas cenas com nudez, sexo e mitologia. Atuadores com pouca ou nenhuma roupa subiram e desceram as arquibancadas várias vezes, em silêncio, gritando ou proferindo textos carregados de elementos culturais brasileiros, hindus, gregos.

O dramaturgo Zé Celso brinca com as emoções e os sentidos do público que, de uma forma catártica vivencia os espetáculos como se fosse mais um personagem em cena. As pessoas gargalham, gritam empolgadamente e manifestam outras exclamações que complementam as cenas marcadas por um colorido impactante, cheiros de flores, ervas, samba, bossa nova, carimbó, rock and roll. Há quem participe da história de forma direta, como os espectadores que foram levados ao palco e interagiram vestidos ou nus com os atuadores. Os personagens prenderam a atenção das pessoas que conseguiram assistir a peças de até seis horas de duração. ‘É uma forma de teatro que chega a assustar, leva ao extremo. É um teatro real demais’, observou a oficineira Deliane Lima.

A tragicomédiaorgia ‘Bacantes’ deixa o público apreensivo. As mulheres que participam do ritual dionisíaco de libertação têm como vítimas preferidas os homens que desejam devorar. Um deles é arrancado da plateia e despido, um impacto para quem não é acostumado com o teatro de Zé Celso. Uma proposta do dramaturgo Zé Celso de estimular as pessoas a reverem seus conceitos. Ele permaneceu a maior parte do tempo no palco, ora coadjuvante, ora protagonista das encenações, muitas delas ritualísticas. ‘O público de Belém é muito parado’, ele solta ao final de ‘Bacantes’, quando, diante de uma tina cheia de uvas para serem pisoteadas, as pessoas se denunciam tímidas em sujar os pés.

Espetáculos em Belém começam na quinta-feira

quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Espetáculos estreiam em Belém na quinta-feira

Matéria sobre as Dionisíacas em jornal de S. J. Rio Preto

sexta-feira, 6 de agosto de 2010

Escolha um muso da cia pra levar pra Cracóvia + Berlim

domingo, 25 de julho de 2010

ADOTE UM ATUADOR

O Brasil já é o mais forte dos BRICS.

A Cultura Brazyleira, principalmente a vinda da Tropicália, neta direta da Antropofagia de Oswald de Andrade, vem sendo querida, estudada, reverenciada em todo planeta, por seu caráter de Misturar tudo. Como o Poeta mesmo jogava seu jogo de vida: produzindo Poesia de Exportação.

Nas culturas Monoteístas do Hemisfério Norte, onde hoje a cultura Mercadológica faz um estrago total nas culturas mais sofisticadas de países europeus, a atitude da cultura contemporânea popular carnavalesca brazyleira, invertidora das crenças do Hemisfério Norte, está sendo importada como uma especiaria renascentista, tirando-nos do nihilismo da Idade Mídia e nos retornando à vida.

Produto q nem tem preço, são caros estes “finos biscoitos” envenenados das Operas de Carnaval das TrágyKomédiOrgyas que fabricamos em nossa Oficina Uzyna Uzona.

Fomos convidados para Dezembro, mais uma vez, pelo VOLKSBÜHNE * em BERLIN, um dos Teatros mais importantes de toda a ALEMANHA e também para no início daquele mês, representar o Brasil no BOSKA KOMEDIA – 3rd INTERNATIONAL THEATRE FESTIVAL DIVINE COMEDY, naKRACÓVIA, POLONIA, para fazermos nossa transversão de Eurípedes:BACANTES, musical fundador da 1º Opera de Carnaval das TrágyKomédiOrgya ElektroKandomblaica.

Nosso Time tem 50 Artistas jogadores fabricando a Arte de Amar, no Teat(r)o Total Vida–Arte Misturados, Atuadores Atores, Atrizes q fazem dançando, em lúcido transe, rindo, chorando, Personagens, Coros, Câmeras de Cinema Digital, Iluminadores, Músicos da Orquestra ao Vivo, Sonoplastas, Contra Regras, Camareiras, Visagistas… todos trabalhando a ORIGEM DO RITUAL TEATO através da Vida e das Práticas do Nascimento, Eternidade do deus do TEATRO e do VINHO: DIONIZIOS.

Ritos que Eurípedes exilado na Macedônia documentou de um Terreiro–Templo ao deus Dionisios, onde velhas Bacantes e Satyros, vizinhas de sua moradia, praticavam seus rituais orgyásticos. A recriação deste Rito de Origem e devoracão pela OFICINA UZYNA UZONA, levou 13 anos.

Desde sua estréia no TEATRO GREGO DE RIBERÃO PRETO, em 11 de Agosto de 1996, a peça não saiu mais de Cartaz e constitui-se juntamente com OS SERTÕES, os maiores sucessos de público desta Companhia.

Atualmente já viajamos com esta peça nas DIONIZÍACAS, apresentando com mais três, em TEATROS DE ESTÁDIO para MULTIDÕES, para milhares de pessoas de todas as classes sociais, já em BRAZILHA, SALVADOR, RECIFE, e a caminho de BELÉM, MANAUS, BELOHORIZONTE, RIO, KRACÓVIA POLONIA, BERLIN NA ALEMANHA até o fim de 2010.

Estamos precisando das 50 passagens para a Europa, a partir do dia 1º de DEZEMBRO, SÃO PAULO/KRACÓVIA/SÃO PAULO, e teríamos de comprá-las desde já, pois em dezembro alem de serem mais caras, serão mais raras.

Estamos nos dirigindo ao MINC, ao MRE, à SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DE SÃO PAULO, à DO MUNICIPIO de nossa Capital, e à TODOS que puderem criar as condições de explodirmos.

ADOTE um ATUADOR, escolha uma ESTRELA DA UZYNA UZONA para dar a passagem e assim, com os desejos dos mecenas em cada muso ou musa, darmos de volta à EUROPA, como VINHO RETORNADO, o RitualDIONIZÍACA q gerou o momento mais poderoso na historia do Teatro no Mundo: A TRAGÉDIA GREGA para MULTIDÕES, devorada Antropofagicamente em língua criola portuguesa, isto é, em brazyleiro, com legendas nas línguas dos países que apresentaremos. DIONIZIOSretornado, mestiço em todos os DYTYRAMBOS, do SAMBA aoMARACATÚ, do ROCK ao Erudito, do CATIMBÓ ao FREVO, deste ao FUNK CARIOCA…

DIONISIOS tem o nome do Ritmo da dança embriagada em torno do Fogo, tocada à Tambores Tesudos Orgiásticos, enquanto se bebia e com os pés esmagavam-se as uvas para os vinhos sempre novos, este nome é DITYRAMBO. Nome de tudo que suinga no Universo.

Num momento em que a ARTE DO TEATRO COMEÇA A RESSUCITAR, trazendo a PRESENÇA DO ARTISTA TRANS HUMANO NITZCHEANO, nós no mundo temos a audácia dionizíaca de nos proclamarmos com poder humano, com vontade de poder, à ser a EPIFANIA deste Teatro dos Tempos do CHANGE.

E mais, DIONIZIOS nos BRICS, é BRAZILEIRO e tem o suingue desta Cultura ANTROPÓFAGA q se torna mais e mais UNIVERSAL.

SÓ A ANTROPOFAGÍA NOS UNE – Oswald de Andrade

JOSÉ CELSO MARTINEZ CORRÊA
DIRETOR DOS COROS DIONIZÍACOS DE PROTAGONISTAS DO OFICINA UZINA UZONA

  • VOLKSBHUNE: fundado por Erwin Piscator antes do Nazismo, q começou, como o Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona hoje faz, a misturar a linguagem atual do teatro ao vivo com a virtual da imagem cinematográfica. Hoje este teatro, o VOLKSBÜHNE, tem a estrutura digital cibernética das mais sofisticadas do mundo.

Show das Bandas do Oficina hoje em Recife

terça-feira, 6 de julho de 2010

Dionisíacas no Recife

sábado, 3 de julho de 2010

Eu só quero andar, nas ruas de Peixinhos. Clique para ampliar:

IÓ Olinda e Recife, o Carro Naval de Dionísio chega nessa semana

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Dionisíacas chegam ao Recife e Olinda no dia 1º de julho

Clipping Salvador

quarta-feira, 30 de junho de 2010

Matérias do teatro Oficina na WEB – Salvador

http://ibahia.globo.com/revistacultural/noticia/default.asp?codigo=229433

http://plugcultura.wordpress.com/2010/06/14/oficinas-gratuitas-uzynas-uzonas-tem-inscricoes-abertas-em-salvador/

http://perfumemoda-bobpires.blogspot.com/

http://www.cultura.ba.gov.br/noticias/palestras-e-oficinas/oficinas-gratuitas-do-teatro-oficina-tem-inscricoes-abertas-em-salvador

http://guiadoocio.com/teatrodanca/teatro-oficina-estaciona-em-salvador

http://plugcultura.wordpress.com/2010/06/18/turne-do-teatro-oficina-chega-a-salvador-com-o-carronaval-das-dionisiacas/

http://www.cultura.ba.gov.br/noticias/plugcultura/turne-do-teatro-oficina-chega-a-salvador-com-o-carronaval-das-dionisiacas

http://cucadaune.blogspot.com/2010/06/teatro-oficina-em-salvador.html

http://www.correio24horas.com.br/noticias/detalhes/detalhes-1/artigo/apresentacoes-do-teatro-oficina-sao-abertas-com-

show-no-vila-velha-hoje/

http://blogdovila.blogspot.com/2010/06/artistas-do-teatro-oficina-sp-fazem.html

http://www.ihac.ufba.br/portugues/noticias/teatro-oficina-promove-oficinas-e-espetaculos-na-ufba/

http://www.atarde.com.br/cultura/noticia.jsf?id=4259007

http://ibahia.globo.com/teatro/pecas/default.asp?id_evento=28568&id_tipo_evento=3

http://g1.globo.com/sao-paulo/noticia/2010/06/iphan-decide-pelo-tombamento-do-teatro-oficina.html

http://www.atarde.com.br/cultura/noticia.jsf?id=2726947

http://www.salvadorupdate.com/salvadorupdate/index.php?option=com_content&view=article&id=248