Arquivo da Categoria ‘Oficina 50 Anos : Jubileu’

Anistia para Zé Celso seguida do Banquete – 7 de abril – 14:00h

domingo, 28 de março de 2010

José Celso Martinez Corrêa, 73 Anos completados em 30 de março, receberá o Perdão do Estado Brasileiro em Sessão Especial de Anistia Política no Teatro Oficina.

clique pra ampliar:

JUSTIÇA DE XANGÔ – RAIA JÁ !

No dia 7 de abril de 2010 a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça do Brasil anistiará o ex-perseguido político José Celso Martinez Corrêa, diretor artístico e presidente da Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona.

A seguir à solenidade haverá sessão especial, gratuita, de O Banquete, de Platão.

SERVIÇOS
35a Caravana da Anistia
Sessão Especial de Requerimento de Anistia Política de José Celso Martinez Corrêa
07/04/2010 – 4a feira -14h
Teatro Oficina > rua Jaceguai, 520 Bixiga São Paulo Info > 11. 3104.0678
Entrada gratuita, retirada de ingresso no local a partir de 11h

Plebiscito para o governo Lula

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Quando soube da candidatura de Marina Silva fiquei muito feliz. Sou admirador de suas lutas pela AMAzônia mas quando li uma reportagem sobre sua posição, pirei:

Criacionista, admite que Darwin deva ser ensinado nas classes mas juntamente com a BíBlia; contra o aborto e contra as pesquisas com células tronco e em religião não acredita na biodiversidade dos deuses, é monoteísta, evangélica!, causadora junto com outros monoteísmos de tanta guerra e terrorismo no mundo. Religiões que partem da idéia estúpida de que há somente uma verdade, a sua.

Se é para se ensinar a mitologia cristã da origem do homem na Bíblia vamos também fazer os alunos conhecerem os mitos e ritos indígenas, africanos, budistas, da arcaica e riquíssima Grécia, que narram a origem do homem. Como uma ecologista do Amazonas não pode ter percebido a riqueza imensa das religiões de origem Tupy!!!?

Quanto ao aborto, as brasileiras e também os brasileiros tem que ser os donos de seu próprio corpo. O Estado não tem que se meter. Isto é nazismo.

Nós precisamos nos desenvolver nesta maravilha que são as pesquisas sobre as células tronco. É sintoma de maior atraso, que pensei ser defendido somente por idiotas como Bush, e caí de quatro quando uma defensora da vida declara esta posição.

Hoje vi no Jornal do Brasil, em uma pesquisa, que se Lula fosse candidato teria a a maior votação, em 1º Lugar, líder absoluto com 21,9% de votos e Serra em 2º lugar com apenas 7%.

Está claro que o povo de que faço parte quer a continuação deste governo que trouxe ascenção social da base da pirâmide, abriu-se para todo o mundo inaugurando uma política internacional de solidariedade e Lula tornou-se, por isso, como declarou o presidente Obama, o político mais popular do mundo, que fez criar-se um Ministério da Cultura com o divino Gil e o maravilhoso consolidador, o ecologista Juca Ferreira. A Polícia Federal, pelos poderes humanos como o do policial Protógenes, apesar de todos os panos quentes dos que não tem o espírito da res-pública, da coisa comum, tem conseguido trazer à tona toda a corrupção. A liberdade de manifestação no Brasil é completa, apesar de juízes como o que proibiu o jornal Estadão, darem os toques que indiciam a ditadura que paira ainda das oligarquias familiares no Brasil e que Lula tem sabido até usar para poder governar.

Se no Peru, na Venezuela, por razões democráticas diferentes, fazem-se plebiscitos para que governos que estão dando certo para a maioria permaneçam, porque não iniciarmos um movimento por um plebiscito para que Lula, atendendo à voz da democracia VIVA não formol-lizada, triunfe?

Jose Celso Martinez Corrêa

Amor Ordem e Progresso

Caderneta de Campo interditada na TV Cultura

sábado, 20 de junho de 2009

caderneta

Caderneta de Campo é um vídeo realizado em 1983 com a parceria da Fundação Padre Anchieta e do Teatro Oficina, quando o vídeo apenas surgia como meio de expressão no mundo. Resultado do trabalho sobre o poema encenado “Santeiro do Mangue” de Oswald de Andrade e a peça Ana Clitemnestra, de Carlos Henrique de Escobar, ficção que traz Ana e Euclides da Cunha como personagens principais o vídeo foi rodado nos estúdios da fundação e levou o grande prêmio do primeiro Festival Videobrasil mas jamais foi levado a público na TV Cultura. Recentemente, tendo o pedido de liberação do uso de imagens da Caderneta para exposição no Itaú Cultural negado, o diretor José Celso ficou sabendo da interdição e escreveu a seguinte carta:

Eu, José Celso Martinez Corrêa, venho como Presidente da Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona, junto ao Conselho Curador da Fundação Padre Anchieta, requerer a revisão de sua interdição do Programa “Caderneta de Campo”, prêmio de melhor vídeo do 1º Festival de Video de São Paulo, interdição esta feita por este Conselho, há 26 anos atrás, em 1983, por nós ignorada até ontem, dia 17 de junho de 2009. 

Foi feito por esta Associação um pedido a TV Cultura de imagens para uma Exposição no Itaú Cultural, em torno de minha pessoa enquanto artista. 

Os encarregados destes trabalhos, com muita gentileza, nos atenderam e cederam imagens de meus trabalhos, exceto do video “Caderneta de Campo”. Nossos colegas de trabalho de comunicação da TV Cultura, num email de confirmacão de cessão de todos nossos pedidos nos informaram de uma excessão: 

“Lamentamos informar, mas a diretoria da Fundação Padre Anchieta decidiu não liberar o programa “Caderneta de Campo” para a inclusão na Exposição do Itaú. O veto à exibição deste programa trouxe grandes problemas a esta instituição, e não há interesse em reavivá-lo.” 

Nossos companheiros trabalhadores desta área na TV Cultura, de quem ficamos amigos por sua nobreza no trabalho, entretanto nos rogaram a compreensão para esta circunstância, mas não podemos neste ponto atender esse pedido, porque realmente não compreendemos nada.

Nem sequer sabíamos que o video estava interditado. Estranhávamos que o mesmo nunca tivesse sido exibido. Muitas vezes me dirigi, principalmente a Paulo Markum, pedindo que exibisse o vídeo, alegando minha incompreensão por não o tê-lo visto jamais programado na TV Cultura.

Esta informação ontem passada, depois de mais de duas décadas e meia, tempo de prescrição de pena para um assassino, nesta era em que a democracia no mundo inteiro emerge na crise lutando cada vez mais por sua afirmacão de liberdade, é pra dar risada! 

Até Cuba hoje pode entrar na OEA, pois foi considerada descabida a manutenção de uma interdição por relações daquele país com uma potência que nem mais existe, a URSS.

É um coágulo no fluxo da liberdade nesta emissora esse velho impedimento. Isso dá Cancer. 

Pedimos a revogação desta arcaica e até então ignorada proibição.

Por toda admiração que temos aos trabalhos desta TV do Governo do Estado de São Paulo e por confiarmos em seu crescimento infinito, na conquista da cultura, educação, na formação democratica da liberdade no Brasil, é que solicito esta liberação. 

Liberdade Liberdade 

Abre as asas sobre nós 

José Celso Martinez Corrêa 

Viva a República”

Artigo na Revista Problemas Brasileiros, do SESC

sexta-feira, 15 de maio de 2009

“O movimento da Tropicália surgiu da relação entre as ideias de Oswald de Andrade e o contexto da geração do final dos anos 1960, que teve o Oficina no teatro, Glauber Rocha no cinema, Caetano Veloso e Gilberto Gil na música popular, Plínio Marcos e Antonio Bivar na literatura, em especial dramaturgia, entre outros. “A antropofagia parte do princípio de que a própria revolução, o avanço, está no que Euclides da Cunha chama de ‘evolução regressiva’, o retorno à origem”"

Artigo completo no site da revista

página 1/5

página 1/5

página 2/5

página 2/5

página 3/5

página 3/5

página 4/5

página 4/5

página 3/5

página 5/5

Surubim

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Antonio Feliciano da Paixão
Surubim Feliciano da Paixão
Surubim

surubim_feliciano

Nasceu em 1940, em Machados, no agreste pernambucano e morreu em São Paulo, em 1991. Artista plástico e gênio da ciranda, fez a música para o filme Rei da Vela. Gravou seu único disco, que pode ser ouvido no site do Oficina, com o dinheiro obtido com a venda do filme para a Alemanha. As pinturas que ilustram esse blog são reproduções de suas obras de arte.

Capitaneava um conjunto de ciranda e o Forró do Avanço, em que se misturava o forró mais avançado, o circo, comandado por Verônica Tamaoki, e todo o movimento de teatro. Na mesma época funcionou a cantina-cabaré da alagoana Zuria. Nessa época posterior ao AI-5, que incluiu a proibição de freqüentar determinados lugares visando exatamente os teatros,  a polícia invadiu algumas vezes o prédio do Teatro Oficina.

surubimcapa

O Oficina começava a se organizar como Uzyna, e estava dividido em três núcleos, O Homem e o Cavalo, dedicado ao cinema, vídeo e à vanguarda de comunicação; o núcleo Os Sertões, do qual faziam parte Surubim, Sandy Celeste e Edgar Ferreira; e o núcleo Bacantes, de coros de atuadores que realizavam performances a partir do Ensaio Geral do Carnaval do Povo de Galileu Galilei, de Brecht e foi censurado já no início da lenta, gradual e restrita abertura política brasileira.

Zé e Marcelo em Nova Orleans

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Alex Castro fotografou a passagem de Zé Celso e Marcelo Drummond por New Orleans. Abaixo os links para as fotos e para os posts que ele publicou em seu blog.

Flickr

Blog

Coluna social da vejatv.com em Nova Iorque

terça-feira, 7 de abril de 2009

vejatv_ny

Teatherlab 1/2

domingo, 5 de abril de 2009

Em turnê pelos Estados Unidos, Zé Celso e Marcelo Drummond encontram-se com Gerald Thomas, Judith Malina, Flora Sussekind e o público no Theaterlab em Nova Iorque para assistirem à projeção de Bacantes, dvd recém-lançado do Festival Teat(r)o Oficina. Em seguida conversam sobre a cultura de Dionisos como mostra este vídeo fotografado por Marcelo Drummond. A segunda parte pode ser vista na tvuzyna.

Post do Gerald Thomas sobre a exibição do DVD das Bacantes em Nova Iorque

sexta-feira, 3 de abril de 2009

“O evento de ontem no Theaterlab foi de tamanha importância que só posso dizer uma coisa: proporcionou o encontro que não acontecia desde 1971: Judith Malina (Living Theater) e  Zé.”

Leia a íntegra no blog do Gerald


Celebrando 50 anos do Teat(r)o Oficina nos EUA

quarta-feira, 1 de abril de 2009

tulane

O Teat(r)o Oficina, primeiro grupo de teatro experimental brazyleiro, é conhecido por suas audaciosas e carnavalescas encenações de clássicos como Hamlet e As Bacantes, trabalhos da avant-garde modernista e novas e originais peças e adaptações. A Universidade de Tulane vai receber o lendário diretor, José Celso Martinez Corrêa, que fundou o Teatro Oficina em 1958 e Marcelo Drummond, corifeu da Companhia.