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	<title>Comentários sobre: Tropicália Sob o Signo de Escorpião</title>
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	<description>Blog da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona</description>
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		<title>Por: Marco Antonio Rezende</title>
		<link>http://blog.teatroficina.com.br/?p=1707&#038;cpage=1#comment-642</link>
		<dc:creator>Marco Antonio Rezende</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 15 Nov 2009 14:19:54 +0000</pubDate>
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		<description>Também digo sem comentários porque aprovo na íntegra. Como uma louvação aos phoderes transformadores.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também digo sem comentários porque aprovo na íntegra. Como uma louvação aos phoderes transformadores.</p>
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		<title>Por: Marcelo</title>
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		<dc:creator>Marcelo</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 14 Nov 2009 16:24:22 +0000</pubDate>
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		<description>O texto sobre Lula e Caetano é maravilhoso, é muito mais que sobre Lula e Caetano, é sobre Cultura no sentido Antropofágico, a cultura em movimento, em transformação, e sobre a Grande Política da transformação humana e além do humano, muito além da pequena e mesquinha política das declarações moralistas e preconceituosas daqueles que acusam Lula de não saber falar etc. Agradeço aZé Celso por abrir nossas consciências para muito além dos limites burocráticos estabelecidos por uma discussão estreitíssima, míope e astigmática da política e da cultura!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>O texto sobre Lula e Caetano é maravilhoso, é muito mais que sobre Lula e Caetano, é sobre Cultura no sentido Antropofágico, a cultura em movimento, em transformação, e sobre a Grande Política da transformação humana e além do humano, muito além da pequena e mesquinha política das declarações moralistas e preconceituosas daqueles que acusam Lula de não saber falar etc. Agradeço aZé Celso por abrir nossas consciências para muito além dos limites burocráticos estabelecidos por uma discussão estreitíssima, míope e astigmática da política e da cultura!</p>
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		<title>Por: paula  gaitan</title>
		<link>http://blog.teatroficina.com.br/?p=1707&#038;cpage=1#comment-638</link>
		<dc:creator>paula  gaitan</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 22:43:54 +0000</pubDate>
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		<description>Zé, que ensaio maravilhoso e importante  de ser lido, vou repassar 
bjsmil
paula gaitan</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Zé, que ensaio maravilhoso e importante  de ser lido, vou repassar<br />
bjsmil<br />
paula gaitan</p>
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	<item>
		<title>Por: Jary Cardoso</title>
		<link>http://blog.teatroficina.com.br/?p=1707&#038;cpage=1#comment-634</link>
		<dc:creator>Jary Cardoso</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 13 Nov 2009 04:21:13 +0000</pubDate>
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		<description>Zé, estou orgulhoso de ter postado no blog Jeito Baiano este seu artigo fazendo contraponto a um post anterior que reproduz a entrevista de Caetano. Achei o resultado bom, confira: 
http://jeitobaiano.wordpress.com/2009/11/11/ze-celso-se-opoe-a-caetano-com-amor/
Para mim foi como fazer uma intervenção tropicalista, introduzindo a Antropofagia na discussão sobre o jeito baiano de ser, que é a temática desse blog que criei e edito com a ajuda de alguns amigos. Gostaria de saber quem fez aquela bela foto sua, Zé, que pesquei no Google-imagens, pra poder botar o crédito na legenda.
Queria lhe dizer também, Zé, que faço questão que conste da minha biografia o fato de eu, com muito orgulho, ter guardado em minha casa – na Previdência, região de Pinheiros-Butantã, quando eu morava em São Paulo, final da década de 70, em plena ditadura militar – parte considerável do acervo do Oficina. Lembro do dia em que entrei na garagem de casa dirigindo a minha Variant, Zé Celso no banco do carona, descemos do carro, abri o porta-malas e lá estava um monte de pastas, papelada, livros e entre estes destando-se logo acima, &quot;Os Sertões&quot;, que Zé pegou, folheou e fez uma profunda declaração de amor/identificação com a obra de Euclides da Cunha.
Eu havia conquistado a confiança do Zé depois de entrevistá-lo para o Folhetim, suplemento dominical da Folha de S. Paulo, logo após sua volta do exílio. Foi daquelas entrevistas de fazer a cabeça de todo mundo, a começar do próprio repórter.
Tenho outro episódio zecelsiano que faço questão que conste da minha biografia. Ainda como repórter do Folhetim, colhi um arrebatador depoimento de Glauber Rocha, na sede de sua produtora, em Botafogo, no Rio, e como preparação para esse feito ouvi antes em São Paulo várias pessoas importantes falando de Glauber, uma delas o Zé. Pois ao final de suas declarações, o Zé iniciou um ritual carregado de simbolismo, ao me mandar entregar ao Glauber sete cabeças de maconha – eram sete &quot;camarões&quot; grandes, alongados e que terminavam com uma cabeça entumecida. Ao entrar no escritório da produtora de cinema, Glauber me esperava sentado fumando Hollywood. Sentei, contei meu projeto, relatei os comentários e declarações sobre ele que colhi em São Paulo e deixei os de Zé Celso para o final. Aí tirei da bolsa as sete cabeças de fumo e coloquei em cima da mesa, explicando que era um presente ritual de Zé Celso. Sem esperar minhas explicações, Glauber arregalou os olhos para aquela coisa e se voltou para mim com fúria cangaceira, dedo em riste: &quot;Você é polícia e quer me fudê!!&quot; Consegui acalmá-lo repetindo as palavras do 
Zé que agora não recordo mais, e Glauber tirou um cigarro do maço de Hollywood, esvaziou-o, dichavou rapidamente uma das cabeças, preencheu com a erva o cigarro vazio, acendeu-o e começou a dar a entrevista falando sem parar por mais de uma hora de maneira a tornar desnecessária qualquer pergunta do repórter... Me orgulho do resultado dessa entrevista que já vi citada em pelo menos dois livros, sendo que em um deles a entrevista foi transcrita na íntegra e apresentada como &quot;o pensamento político de Glauber Rocha&quot;.
Zé, queria lhe dizer também que migrei para a Bahia em 1987 e vivo há 22 anos com a cantora Vilma Nascimento, negona, prima do Milton, que fez um curso com você aqui em Salvador. Quando vier para cá na próxima vez gostaria de vê-lo. Você me acha no jornal A Tarde, onde sou editor de Opinião, e tenho como colega e amiga a Eduarda Uzêda, que você conhece. Beijos tropicalistas, Jary</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Zé, estou orgulhoso de ter postado no blog Jeito Baiano este seu artigo fazendo contraponto a um post anterior que reproduz a entrevista de Caetano. Achei o resultado bom, confira:<br />
<a href="http://jeitobaiano.wordpress.com/2009/11/11/ze-celso-se-opoe-a-caetano-com-amor/" rel="nofollow">http://jeitobaiano.wordpress.com/2009/11/11/ze-celso-se-opoe-a-caetano-com-amor/</a><br />
Para mim foi como fazer uma intervenção tropicalista, introduzindo a Antropofagia na discussão sobre o jeito baiano de ser, que é a temática desse blog que criei e edito com a ajuda de alguns amigos. Gostaria de saber quem fez aquela bela foto sua, Zé, que pesquei no Google-imagens, pra poder botar o crédito na legenda.<br />
Queria lhe dizer também, Zé, que faço questão que conste da minha biografia o fato de eu, com muito orgulho, ter guardado em minha casa – na Previdência, região de Pinheiros-Butantã, quando eu morava em São Paulo, final da década de 70, em plena ditadura militar – parte considerável do acervo do Oficina. Lembro do dia em que entrei na garagem de casa dirigindo a minha Variant, Zé Celso no banco do carona, descemos do carro, abri o porta-malas e lá estava um monte de pastas, papelada, livros e entre estes destando-se logo acima, &#8220;Os Sertões&#8221;, que Zé pegou, folheou e fez uma profunda declaração de amor/identificação com a obra de Euclides da Cunha.<br />
Eu havia conquistado a confiança do Zé depois de entrevistá-lo para o Folhetim, suplemento dominical da Folha de S. Paulo, logo após sua volta do exílio. Foi daquelas entrevistas de fazer a cabeça de todo mundo, a começar do próprio repórter.<br />
Tenho outro episódio zecelsiano que faço questão que conste da minha biografia. Ainda como repórter do Folhetim, colhi um arrebatador depoimento de Glauber Rocha, na sede de sua produtora, em Botafogo, no Rio, e como preparação para esse feito ouvi antes em São Paulo várias pessoas importantes falando de Glauber, uma delas o Zé. Pois ao final de suas declarações, o Zé iniciou um ritual carregado de simbolismo, ao me mandar entregar ao Glauber sete cabeças de maconha – eram sete &#8220;camarões&#8221; grandes, alongados e que terminavam com uma cabeça entumecida. Ao entrar no escritório da produtora de cinema, Glauber me esperava sentado fumando Hollywood. Sentei, contei meu projeto, relatei os comentários e declarações sobre ele que colhi em São Paulo e deixei os de Zé Celso para o final. Aí tirei da bolsa as sete cabeças de fumo e coloquei em cima da mesa, explicando que era um presente ritual de Zé Celso. Sem esperar minhas explicações, Glauber arregalou os olhos para aquela coisa e se voltou para mim com fúria cangaceira, dedo em riste: &#8220;Você é polícia e quer me fudê!!&#8221; Consegui acalmá-lo repetindo as palavras do<br />
Zé que agora não recordo mais, e Glauber tirou um cigarro do maço de Hollywood, esvaziou-o, dichavou rapidamente uma das cabeças, preencheu com a erva o cigarro vazio, acendeu-o e começou a dar a entrevista falando sem parar por mais de uma hora de maneira a tornar desnecessária qualquer pergunta do repórter&#8230; Me orgulho do resultado dessa entrevista que já vi citada em pelo menos dois livros, sendo que em um deles a entrevista foi transcrita na íntegra e apresentada como &#8220;o pensamento político de Glauber Rocha&#8221;.<br />
Zé, queria lhe dizer também que migrei para a Bahia em 1987 e vivo há 22 anos com a cantora Vilma Nascimento, negona, prima do Milton, que fez um curso com você aqui em Salvador. Quando vier para cá na próxima vez gostaria de vê-lo. Você me acha no jornal A Tarde, onde sou editor de Opinião, e tenho como colega e amiga a Eduarda Uzêda, que você conhece. Beijos tropicalistas, Jary</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Manoel Netto</title>
		<link>http://blog.teatroficina.com.br/?p=1707&#038;cpage=1#comment-631</link>
		<dc:creator>Manoel Netto</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 15:13:36 +0000</pubDate>
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		<description>A alma foi lavada,
não é pequena
Valeu a pena</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>A alma foi lavada,<br />
não é pequena<br />
Valeu a pena</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Rodrigo Mercadante</title>
		<link>http://blog.teatroficina.com.br/?p=1707&#038;cpage=1#comment-629</link>
		<dc:creator>Rodrigo Mercadante</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 10 Nov 2009 02:29:45 +0000</pubDate>
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		<description>Zé Celso
que bom que vc existe!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Zé Celso<br />
que bom que vc existe!</p>
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	</item>
	<item>
		<title>Por: Manuel Octávio</title>
		<link>http://blog.teatroficina.com.br/?p=1707&#038;cpage=1#comment-627</link>
		<dc:creator>Manuel Octávio</dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 Nov 2009 01:20:44 +0000</pubDate>
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		<description>Também gostaria de dizer &quot;sem comentários&quot;
Adoro você Zé, sempre estou no Oficina...
Mas, será que estamos pensando na mesma pessoa? 
Aquela do apadrinhamento e do acobertamento, do &quot;não vi&quot; e &quot;não sei&quot;, dos aloprados, etc... e esta Sra?... da pressão, do jeitinho, da truculência...
Honestamente, não vejo nada de &quot;carnavalesco&quot;... &quot;sabedoria&quot; sim, mas em causa própria... 
uma tragédia atrás da outra... só isso...
e Caetano... só teve bom senso em seu artigo, nada mais... 
E eu? me levantaria e sairia do Oficina se este &quot;Sr&quot; entrasse, tomara que nunca apareça...</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Também gostaria de dizer &#8220;sem comentários&#8221;<br />
Adoro você Zé, sempre estou no Oficina&#8230;<br />
Mas, será que estamos pensando na mesma pessoa?<br />
Aquela do apadrinhamento e do acobertamento, do &#8220;não vi&#8221; e &#8220;não sei&#8221;, dos aloprados, etc&#8230; e esta Sra?&#8230; da pressão, do jeitinho, da truculência&#8230;<br />
Honestamente, não vejo nada de &#8220;carnavalesco&#8221;&#8230; &#8220;sabedoria&#8221; sim, mas em causa própria&#8230;<br />
uma tragédia atrás da outra&#8230; só isso&#8230;<br />
e Caetano&#8230; só teve bom senso em seu artigo, nada mais&#8230;<br />
E eu? me levantaria e sairia do Oficina se este &#8220;Sr&#8221; entrasse, tomara que nunca apareça&#8230;</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: eugenia rodrigues cruz</title>
		<link>http://blog.teatroficina.com.br/?p=1707&#038;cpage=1#comment-626</link>
		<dc:creator>eugenia rodrigues cruz</dc:creator>
		<pubDate>Sun, 08 Nov 2009 18:56:02 +0000</pubDate>
		<guid isPermaLink="false">http://blog.teatroficina.com.br/?p=1707#comment-626</guid>
		<description>Estava procurando uma forma de me comunicar com Zé Celso, que aprendi a amar com meu pai, quando me deparei com este belíssimo artigo dele. O melhor artigo que li este ano (e olha que o ano está acabando!), de uma reflexão digna do grande filósofo-direto-pensador de nossa realidade.
Vim somente avisar sobre o Instituto Osmar Rodrigues Cruz que criei por paixão ao meu pai. Sei que de onde estiver ele gostaria que avisasse você. É o site aí de cima.
Um grande beijo Zé, sou sua fã que te ama!</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estava procurando uma forma de me comunicar com Zé Celso, que aprendi a amar com meu pai, quando me deparei com este belíssimo artigo dele. O melhor artigo que li este ano (e olha que o ano está acabando!), de uma reflexão digna do grande filósofo-direto-pensador de nossa realidade.<br />
Vim somente avisar sobre o Instituto Osmar Rodrigues Cruz que criei por paixão ao meu pai. Sei que de onde estiver ele gostaria que avisasse você. É o site aí de cima.<br />
Um grande beijo Zé, sou sua fã que te ama!</p>
]]></content:encoded>
	</item>
	<item>
		<title>Por: Herli Menezes</title>
		<link>http://blog.teatroficina.com.br/?p=1707&#038;cpage=1#comment-625</link>
		<dc:creator>Herli Menezes</dc:creator>
		<pubDate>Sat, 07 Nov 2009 11:05:03 +0000</pubDate>
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		<description>Poderia dizer o clássico: &quot;sem comentários&quot;, como sinal máximo de desaprovação, ao contrario, de um modo zen na não fala. Respeito a opinião do Caetano, respeito mesmo para dizer que foi uma das maiores babaquices que o poeta falou...o que lhe confirma a características humana, demasiadamente humana. Lamentavelmente o o mano Caetano repetiu as besteiras que a oligarquia sempre falou sobre o Lula e, sinceramente esperava uma lucidez maior dele.
Por outro lado o post do Ze Celso está quase perfeito (se fosse perfeito os deuses teriam inveja...rs).Nunca havia pensado na sabedoria carnavalesca nas artérias. Zé Celso para variar, lança um novo olhar sobre as coisas, um novo falar, é uma espécie de sabedoria tropicalista nas artérias...

Herli Menezes</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Poderia dizer o clássico: &#8220;sem comentários&#8221;, como sinal máximo de desaprovação, ao contrario, de um modo zen na não fala. Respeito a opinião do Caetano, respeito mesmo para dizer que foi uma das maiores babaquices que o poeta falou&#8230;o que lhe confirma a características humana, demasiadamente humana. Lamentavelmente o o mano Caetano repetiu as besteiras que a oligarquia sempre falou sobre o Lula e, sinceramente esperava uma lucidez maior dele.<br />
Por outro lado o post do Ze Celso está quase perfeito (se fosse perfeito os deuses teriam inveja&#8230;rs).Nunca havia pensado na sabedoria carnavalesca nas artérias. Zé Celso para variar, lança um novo olhar sobre as coisas, um novo falar, é uma espécie de sabedoria tropicalista nas artérias&#8230;</p>
<p>Herli Menezes</p>
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