Por Carronaval de Dionisos
Esse post foi publicado de quarta-feira, 23 de setembro de 2009 às 15:34, e arquivado em O Banquete. Você pode acompanhar os comentários desse post através do feed RSS 2.0.
Você pode comentar ou mandar um trackback do seu site pra cá.

Siga no Twitter
Assine o Feed
Aqui no sul das minas gerais ,encontrei a caixa com as gravações do oficina.
Vi o gde J.Celso na década de 80.
Agora revi este grupo, e fiquei extasiado com tantos atores espetaculares e resistindo a esta comercialização do teatro.
Bravo!!!! J.Celso.
Bravísssimo!!!!! Marcelo Drumond.
Vergonhoso,não agrega nenhum valo, a não ser, ficar mostrando pessoas peladas com cenas bizarras ,durando sofridas 3 horas e pouca é um horror a cada min,desejando não ter pago 20 reais (meia),para algo tão fraco,filmes pornos,tem um enredo melhor,que essa tentativa de imitar o mesmo.Não recomendo nem pro meu pior inimigo.
Felipo, pelo seu comentário é possível deduzir q você não entendeu nada. Venha para São Paulo ou outro lugar para rever O Banquete com mais atenção e poderemos conversar sobre aquilo que você concorda ou discorda na peça.
Amei. Zé Celso sempre com irreverencia, trazendo ao teatro uma contemporaneidade inevitável, mas inteligente e adorado! Pena que em tão pouco tempo de peça enquanto as pessoas despiam suas máscaras sociais e seus medos íntimos, muitos deixavam o auditório, com provável medo de saberem quem são realmente, mas provando para aqueles q restaram a certeza de quem eram. Incrível notar q ainda hj tenham tantas pessoas com medo do sexo, tendo a peça não isso como foco, mas sim o amor a si próprio, a busca do eu interior e do exteriorizar sem medo. Era belo ver que pais muito seguros com seus filhos ainda menores não tiveram medo de mostrar o ser humano ali exposto em sua essência, está ai a granditude do ser!
Como sempre muito fã de seus espetáculos q sou, Zé Celso, mais uma vez acredito q Platão deve estar num extase dantesco, assim como nós.
noooooooooooooooooooooooooooooooooooosssssssaaaa…ontem assisti o banquete aqi na culturalmente esqecida guarulhos…..foi muuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuito bom….que liberdade, que ousadia, que maestria na poesia….foi Tudo encantador…adorei, amei…saí com aquela sensação de que havia sido um sonho!
Parabéns a todos os artistas, que nos brindaram com um belíssimo banquete
Muito bommmmmmmmmmmmmmmm!!!!!!!!!!!!!! Parabéns…..
Sinceramente eu acho que vocês poderiam pegar mais leve com as pessoas da platéia!!!Vocês forçam muito a barra ,me decepcionei grandão.Na verdade Odiei.Lixo.
Sinceramente, fascinante como vcs conseguem quebrar o paradigma, mostrando numa peça sentimentos, sexualidade e formas de pensar que muita gente rejeita em questionar e/ou refletir, ao não ser pelo velho paradigma judaico-cristão, nada contra se nele expressa-se o amor verdadeiro e o respeito, ou ao menos deixa-se a possibilidade de reflexão.
Muito obrigado pela peça em minha cidade tão carente de peças que, ao menos, quebra a fronteira do público e palco.
Parabéns!!!
gostei do espetáculo porém acho que foi muito extenso, também acho que o autor estava mais preocupado em chocar a platéia do que passar a mensagem, mensagem esta que é muito boa e pode ser muito bem trabalhada no mais curti o espetáculo e vale como experiência e na minha opinião se fosse mais curta e com mais foco no objetivo ficaria melhor ainda
Um verdadeiro workshop de Amor Onírico.
Todas as faces da beleza.
Adoreeei quero saber se vai ter outras montagens??
Sou muuuuuito fã do Zé Celso e todos do Uzyna Uzona, fico maravilhada com todos os espetáculos que vi durante uns 15 anos .
Assisti a peça “O Banquete” no último sábado e fiquei surpresa com as intervenções desnecessárias de uma espectadora histérica e chata, devoradora de Eros!!
Tirando isso, cenário e músicas:DEMAIS!!
Evoé!!