Notícia de hoje na Folha de São Paulo
29 de janeiro de 2010

Tags: silvio santos, teatro estádio, uzyna uzona
Por Carronaval de Dionisos
Esse post foi publicado de sexta-feira, 29 de janeiro de 2010 às 15:55, e arquivado em Anhangabaú da Feliz Cidade. Você pode acompanhar os comentários desse post através do feed RSS 2.0.
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E isso é bom?
E isso é bom? [2]
E isso é bom? [3]
Isso é isso. A Funarte junto com todo o movimento de artistas, arquitetos, urbanistas, cientistas, técnicos, que acreditam em um destino para o Bexiga que o coloque novamente na vanguarda da cultura, e portanto do desenvolvimento da infraestrutura nacional, poderão construir nos terrenos que seriam destinados à mais especulação imobiliária, um complexo de arte, natureza, cultura e educação para a inclusão do povo que habita e trabalha no bairro, e não sua expulsão.
Auguri! Tomara que o teatro estádio e a universidade de bosques e florestas no ventre das cidades ganhe forma e nos ajude a sair dessa catástrofe metropolitana que se construiu nas últimas décadas.
Evoé Bixiga!
Isso não é bom! meu bairro está tomado, invadido e decadente. não precisamos de teatros antropofagos, precisamos de desenvolvimento para recuperar o que já foi um belo bairro e hoje, infelizmente, um dormitorio de vagabundos. Temos ruinas tombadas que não valem o papel em que se documentou tal tombamento. Se a dita “especulação imobiliaria” melhora a qualidade de vida de meu bairro: QUE VENHA!!
oh dioniso!
perdoe-lhe a injúria,
ele não sabe o que diz.
evoéros!
IANSÃ,COM SEUS TROVÕES ABRA O CAMINHO PARA O TEATRO OFICINA…
E QUE A FESTA DE BACO SEJA SEMPRE POSSÍVEL.EVOÉ!
Se é bom ou ruim, depende do que a Funarte preparar para o local, se é que haverá um novo projeto ou será usado outro já projetado (como do Paulo Mendes da Rocha).
De uma coisa eu sei: toda intervenção, mudança, sempre trará inimigos e aliados. A diferença é que pensar que progresso é fazer shoppings, centros de lucro, estamos errados. E estaríamos errados também em pensar que um centro cultural pode até indiretamente criar essa tal gentrificação.
Desse modo, acredito, em meu pouco saber sobre tudo isso, que o Teatro Oficina merece ao menos algo que possa ser uma continuação daquele pequeno local. Um local público, coletivo, privado. Um local de todos e que se possa obter o mínimo de respeito por Zé, a arte, o Bixiga e a cidade de São Paulo, que mesmo cega com sua fumaça, ainda pode ver no seu centro um sinal de vida (e o mais interessante, um sinal de vida que se não fosse a resistência, estaria nas periferias da cidade, num local perdido) – sem contar com as casas que talvez um dia serão tombadas, do nosso Bixiga, que se não fossem eles, já tinha virado prédio.
evoé!
se não é bom pelo menos é menos ruim, eu prefiro a fundação cultural do que o silvio santos né?
até uma hora dessas ^^ ainda vou ai faze uma oficina com o oficina
YO! EVOÉ!