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Escolha um muso da cia pra levar pra Cracóvia + Berlim

domingo, 25 de julho de 2010

ADOTE UM ATUADOR

O Brasil já é o mais forte dos BRICS.

A Cultura Brazyleira, principalmente a vinda da Tropicália, neta direta da Antropofagia de Oswald de Andrade, vem sendo querida, estudada, reverenciada em todo planeta, por seu caráter de Misturar tudo. Como o Poeta mesmo jogava seu jogo de vida: produzindo Poesia de Exportação.

Nas culturas Monoteístas do Hemisfério Norte, onde hoje a cultura Mercadológica faz um estrago total nas culturas mais sofisticadas de países europeus, a atitude da cultura contemporânea popular carnavalesca brazyleira, invertidora das crenças do Hemisfério Norte, está sendo importada como uma especiaria renascentista, tirando-nos do nihilismo da Idade Mídia e nos retornando à vida.

Produto q nem tem preço, são caros estes “finos biscoitos” envenenados das Operas de Carnaval das TrágyKomédiOrgyas que fabricamos em nossa Oficina Uzyna Uzona.

Fomos convidados para Dezembro, mais uma vez, pelo VOLKSBÜHNE * em BERLIN, um dos Teatros mais importantes de toda a ALEMANHA e também para no início daquele mês, representar o Brasil no BOSKA KOMEDIA – 3rd INTERNATIONAL THEATRE FESTIVAL DIVINE COMEDY, naKRACÓVIA, POLONIA, para fazermos nossa transversão de Eurípedes:BACANTES, musical fundador da 1º Opera de Carnaval das TrágyKomédiOrgya ElektroKandomblaica.

Nosso Time tem 50 Artistas jogadores fabricando a Arte de Amar, no Teat(r)o Total Vida–Arte Misturados, Atuadores Atores, Atrizes q fazem dançando, em lúcido transe, rindo, chorando, Personagens, Coros, Câmeras de Cinema Digital, Iluminadores, Músicos da Orquestra ao Vivo, Sonoplastas, Contra Regras, Camareiras, Visagistas… todos trabalhando a ORIGEM DO RITUAL TEATO através da Vida e das Práticas do Nascimento, Eternidade do deus do TEATRO e do VINHO: DIONIZIOS.

Ritos que Eurípedes exilado na Macedônia documentou de um Terreiro–Templo ao deus Dionisios, onde velhas Bacantes e Satyros, vizinhas de sua moradia, praticavam seus rituais orgyásticos. A recriação deste Rito de Origem e devoracão pela OFICINA UZYNA UZONA, levou 13 anos.

Desde sua estréia no TEATRO GREGO DE RIBERÃO PRETO, em 11 de Agosto de 1996, a peça não saiu mais de Cartaz e constitui-se juntamente com OS SERTÕES, os maiores sucessos de público desta Companhia.

Atualmente já viajamos com esta peça nas DIONIZÍACAS, apresentando com mais três, em TEATROS DE ESTÁDIO para MULTIDÕES, para milhares de pessoas de todas as classes sociais, já em BRAZILHA, SALVADOR, RECIFE, e a caminho de BELÉM, MANAUS, BELOHORIZONTE, RIO, KRACÓVIA POLONIA, BERLIN NA ALEMANHA até o fim de 2010.

Estamos precisando das 50 passagens para a Europa, a partir do dia 1º de DEZEMBRO, SÃO PAULO/KRACÓVIA/SÃO PAULO, e teríamos de comprá-las desde já, pois em dezembro alem de serem mais caras, serão mais raras.

Estamos nos dirigindo ao MINC, ao MRE, à SECRETARIA DE CULTURA DO ESTADO DE SÃO PAULO, à DO MUNICIPIO de nossa Capital, e à TODOS que puderem criar as condições de explodirmos.

ADOTE um ATUADOR, escolha uma ESTRELA DA UZYNA UZONA para dar a passagem e assim, com os desejos dos mecenas em cada muso ou musa, darmos de volta à EUROPA, como VINHO RETORNADO, o RitualDIONIZÍACA q gerou o momento mais poderoso na historia do Teatro no Mundo: A TRAGÉDIA GREGA para MULTIDÕES, devorada Antropofagicamente em língua criola portuguesa, isto é, em brazyleiro, com legendas nas línguas dos países que apresentaremos. DIONIZIOSretornado, mestiço em todos os DYTYRAMBOS, do SAMBA aoMARACATÚ, do ROCK ao Erudito, do CATIMBÓ ao FREVO, deste ao FUNK CARIOCA…

DIONISIOS tem o nome do Ritmo da dança embriagada em torno do Fogo, tocada à Tambores Tesudos Orgiásticos, enquanto se bebia e com os pés esmagavam-se as uvas para os vinhos sempre novos, este nome é DITYRAMBO. Nome de tudo que suinga no Universo.

Num momento em que a ARTE DO TEATRO COMEÇA A RESSUCITAR, trazendo a PRESENÇA DO ARTISTA TRANS HUMANO NITZCHEANO, nós no mundo temos a audácia dionizíaca de nos proclamarmos com poder humano, com vontade de poder, à ser a EPIFANIA deste Teatro dos Tempos do CHANGE.

E mais, DIONIZIOS nos BRICS, é BRAZILEIRO e tem o suingue desta Cultura ANTROPÓFAGA q se torna mais e mais UNIVERSAL.

SÓ A ANTROPOFAGÍA NOS UNE – Oswald de Andrade

JOSÉ CELSO MARTINEZ CORRÊA
DIRETOR DOS COROS DIONIZÍACOS DE PROTAGONISTAS DO OFICINA UZINA UZONA

  • VOLKSBHUNE: fundado por Erwin Piscator antes do Nazismo, q começou, como o Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona hoje faz, a misturar a linguagem atual do teatro ao vivo com a virtual da imagem cinematográfica. Hoje este teatro, o VOLKSBÜHNE, tem a estrutura digital cibernética das mais sofisticadas do mundo.

Vocês não sabem como isso me emocionou ao saber hoje…

quinta-feira, 15 de abril de 2010
SÃO PAULO – O diretor teatral, dramaturgo e ator José Celso Martinez Corrêa, de 73 anos, foi anistiado em São Paulo, após uma sessão da Comissão de Anistia do Ministério Justiça realizada no Teatro Oficina. Todos os conselheiros da Comissão de Anistia votaram a favor do parecer feito pelo jurista Prudente Mello, relator do processo, que recomendava que o diretor teatral recebesse o pedido de perdão do Estado brasileiro após ter sido preso, torturado e exilado durante a ditadura militar. A comissão reconheceu que Zé Celso sofreu danos físicos e morais por ter sido preso, perseguido, vigiado e torturado. Além disso, a carreira do diretor, que revolucionou o teatro brasileiro com espetáculos como “O Rei da Vela” e “Roda Viva”, foi cerceada e prejudicada, assim como o seu grupo de teatro, o Oficina, que acabou por se dissolver após a censura imposta a diversas peças.
Me lembro vividamente de quando ia assistir os ensaios do Zé Celso no Oficina parecia que estava cometendo o pior ato subversivo. Ele não podia apresentar as peças dele, ele só podia ensaiar e não ter nenhuma peça em público, por ser um “diretor censurado”. Para ir no “Oficina” era preciso ir alguns dias antes para pegar uma senha. O ensaio era numa sala de um prédio perto do edifício Itália. Não havia nenhuma placa, nada. Uma pessoa te atendia na portaria, olhava sua senha, e dava uma “checada” se você não tinha cara de “dedo-duro” e te deixava então subir para o ensaio….. O ensaio era de graça não sei como o Zé Celso sobreviveu…..
O Brasil ainda está tentando reparar injustiças de nossa geração.
abraços,
- Marcelo
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Marcelo Godoy Simoes
Associate Professor
Director at Center for Advanced Control of Energy and Power Systems – ACEPS
Colorado School of Mines
1610 Illinois St.
Golden CO 80401-1887

Anistia para Zé Celso seguida do Banquete – 7 de abril – 14:00h

domingo, 28 de março de 2010

José Celso Martinez Corrêa, 73 Anos completados em 30 de março, receberá o Perdão do Estado Brasileiro em Sessão Especial de Anistia Política no Teatro Oficina.

clique pra ampliar:

JUSTIÇA DE XANGÔ – RAIA JÁ !

No dia 7 de abril de 2010 a Comissão de Anistia do Ministério da Justiça do Brasil anistiará o ex-perseguido político José Celso Martinez Corrêa, diretor artístico e presidente da Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona.

A seguir à solenidade haverá sessão especial, gratuita, de O Banquete, de Platão.

SERVIÇOS
35a Caravana da Anistia
Sessão Especial de Requerimento de Anistia Política de José Celso Martinez Corrêa
07/04/2010 – 4a feira -14h
Teatro Oficina > rua Jaceguai, 520 Bixiga São Paulo Info > 11. 3104.0678
Entrada gratuita, retirada de ingresso no local a partir de 11h

Workshop de Zé Celso sobre Cacilda!!! no Rio de Janeiro

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

“Gloria! TBC!! Pouso e Consagração da Estrêla Brasyleira Cacilda !!!”

clique para ampliar:

flyer_workshop_zeh

Release completo da oficina no Oficina Online

Zé Celso colocará marca-passo

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

zeh_socrates

O diretor artístico da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona está internado no hospital Sírio Libanês desde segunda-feira dia 11 de janeiro. Recém retornado das férias no Piauí, onde sofreu um breve desmaio, foi consultado pelo médico cardiologista Roberto Kalil que pediu sua internação para a realização de exames.

Como a desconfiança de arritmia cardíaca comprovou-se através dos exames foi decidido que será implantado um marca-passo para acertar o ritmo do batimento cardíaco e como consequência trará maior qualidade de vida, mais energia para Zé que completa 73 anos em março.

Neste momento, em que o governo federal decreta o 3º Plano Nacional de Direitos Humanos, tocando em diversos tabus de nossa nacionalidade, inclusive buscando revelar métodos e quem são as pessoas que durante a ditadura militar cometeram crimes contra a humanidade da magnitude de torturas e assassinatos e  ficaram encobertos pela lei de anistia, Zé Celso acredita que seu corpo, dos poucos dentre os artistas que foram torturados, deva receber do Estado a indenização dessa cirurgia complicada de implantação do marca-passo.

A data para a cirurgia seria definida nessa noite de quarta-feira de acordo com novos resultados de exames. É provável que ocorra nesta quinta-feira ou mais tardar na sexta.

Despejo de um embrião de democracia

terça-feira, 9 de junho de 2009

A luta é tão desigual que a possibilidade de vitória deve nos encorajar a agir. Nós da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona, nós, amigos do Oficina, nós que travamos nesta crise o mais que necessário e oportuno combate pela preservação e ampliação das conquistas do Meio Ambiente. A Ecologia Urbana está ameaçada : um espaço de Democracia nos Baixos do Minhocão em frente ao Oficina, justamente que reinterpreta esta obra fatídica da ditadura militar, “O Elevado”, que levou o nome do ditador Costa e Silva, quase a desintegrar inteiramente o tecido social do Bairro Umbigo de São Paulo, o Bixiga. Luta que neste momento de Crise, é oportuna historicamente e se dá em toda face da terra, para impedir guerras, terrorismos, ismos e mais ismos, e fazer do mundo um Pomar, um Jardim habitável, respirável e até naturalmente cheiroso, diante de tanta Brutalide.

A área do Minhocão em frente ao prédio da Jaceguay 520, faz parte do ANHANGABAÚ DA FELIZ CIDADE, o complexo Urbano pelo qual a Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona luta há quase 30 anos. A área dos Baixos do Minhocão está neste projeto, destinada à criação de um dos nossos maiores arquitetos urbanistas: Paulo Mendes da Rocha. Uma ÁGORA, no sentido grego do termo, de espaço iniciador histórico da DEMOCRACIA, ocidental.

Um espaço público para o povo do Bexiga, São Paulo, e porque não do Mundo, encontrar-se e ter em suas mãos o destino do Bairro, Umbigo de uma das maiores Metrópoles do Planeta Terra. Talvez a mais carente de VERDE, a mais careca, a mais sacrificada pela especulação imobiliária no Brasil e no Mundo.

O Espaço tem atendido, atualmente à necessidade crescente do Oficina de ter um espaço onde possa guardar material cênico, exclusivamente das peças que estão acontecendo na Pista do Teat(r)o. Alugamos um Depósito na Rua São Domingos, para depósito de material cênico de todas nossas peças, mas é sempre necessário ter próximo o material que entra nas cenas no dia. Além disso tem atendido outra necessidade, mais importante ainda, a do enorme público que frequenta o Oficina, de um espaço para convivência, para alimentar-se, beber, conversar, estar.

Traz ainda a possibilidade de povoar, trazer alegria, para a região solitária e mal iluminada que ronda o Oficina, em meio aos escombros do Grupo SS, como aconteceu com o maravilhoso trabalho dos SATYROS na Praça Roosevelt.

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Esboço de Paulo Mendes para a Ágora, clique na imagem para ver o desenho original

 

Ágora aberta ao público no dia do cinquentenário do Oficina, 28 de outubro de 2008

Ágora aberta ao público no dia do cinquentenário do Oficina, 28 de outubro de 2008

Acabei de fazer o prefácio de um livro sobre a Tropicália, “BRUTALIDADE JARDIM” (Brutality Garden) escrito por um americano professor de literatura brasileira na Tulane University em New Orleans, em que me foi revelado o termo HOMOSOCIAL, sem conotações diretamente sexuais, mas sim, Políticas. Os americanos na onda do CHANGE que elegeu Obama, trabalham a AFETIVIDADE como uma categoria Política. Aliás o Obama com sua elegância, delicadeza, demonstra em si o poder desta categoria nova na Política com P maiúsculo: o AFETO.

A ÁGORA é um lugar de exercício da POLÍTICA DO AFETO, o espaço da prática da homosociabilidade, ameaçada a transformar-se num lugar de consumismo, incentivador de toda a energia do capitalismo egóico, monologador, matéria prima desta Crise que o Mundo inteiro vive atualmente, trazida pela sofística financeira, Miss Especulação.

Nosso advogado Dr. Cristiano Padial Fogaça Pereira, deve entrar com uma ação, pois este lugar está em situação de contencioso. Por trás de uma funcionária nutricionista que pede que retiremos nosso material imediatamente daquele espaço, porque “vai haver uma reforma”, está certamente tudo que motiva a demolição da área do entorno Tombado do Teat(r)o Oficina. Pergunta-se : para quê ?

O público ainda não tem conhecimento: “720 apartamentos” ou “um Shoping” ?

 

Uma dezena de moradores de rua abriga-se embaixo do minhocão em frente ao Oficina do outro lado da rua e ao Sacolão

Uma dezena de moradores de rua abriga-se embaixo do minhocão em frente ao Oficina do outro lado da rua e ao Sacolão

 

Em frente aos muros de portas e janelas emparedadas durante a demolição que já dura mais de 20 anos um morador de rua dorme

Em frente aos muros de portas e janelas emparedadas durante a demolição que já dura mais de 20 anos um morador de rua dorme

O Grupo SS está neste ser ou não ser sobre o que pode ser mais finaceiramente vantajoso e possível dentro dos frágeis fios da lei Urbana, defendendo timidamente a Cidade.

Está no contencioso porque tramita no MINISTÉRIO DA CULTURA magnificamente gerido pelo Ecologista Juca Ferreira, e no seu organismo de proteção ao Patrimônio, o IPHAN, sob direção do jovem e dinâmico arquiteto Luis Fernando Almeida, um PROCESSO DE TOMBAMENTO DO TEAT(r)O OFICINA como PATRIMÔNIO CULTURAL BRASILEIRO, de número 014 50005 674 2008- 21 e outro de seu ENTORNO QUALIFICADO para realização da complementação do projeto da arquiteta LINA BARDI de número 1515 T. B 04.

Este assunto todo tem de ser tratado publicamente.

Trata-se de uma questão que é a dominante nestes tempos de Crise : a do MEIO AMBIENTE, destruído pela especulacão financeira, sobretudo a Imobiliária.

Tudo está sendo feito na Moita.

A exposição pública deste fato, dá possibilidade de evitar-se mais um Crime Ambiental : a destruição do Bairro do Bixiga como Ponto de encontro fora dos guetos, da cidade de São Paulo.

 

O janelão do Oficina, ameaçado de tumulamento pela construção do grupo Silvio Santos – foto Nelson Kon

O janelão do Oficina, ameaçado de tumulamento pela construção do grupo Silvio Santos – foto Nelson Kon

É preciso reforçar este lugar que já foi cosmopolita, enfraquecido, por sua divisão pela Construção do Minhocão, mas hoje merecendo uma real revitalização de acordo com seu destino histórico de ser uma Lapa, um Pelourinho, um Greenwich Village, uma Rive Gauche de São Paulo, enfim o lugar acolhedor da mistura social, que existe em qualquer capital do mundo e mais que isso, o da morada de um povo que lá vive, que sai para rua, põe cadeiras na calçada, e é em si um patrimônio, por trazer em seu corpo a história do lugar.

Este povo é exatamente nosso público alvo para o ANHANGABAÚ DA FELIZ CIDADE, com a Universidade Antropófaga, a Oficina de Florestas, a ÁGORA e o Teatro de Extádio, conjuntos urbanos sem grades que queremos criar.

Os nordestinos, os italianos fundadores das primeiras cantinas, o Vai Vai, dos afro-descendentes, primeiros proprietários do Bairro, são importantíssimos para a criação de um espaço público cultural sem grades.

 

Beco do Oficina com a saída fechada e janelão, vistos do hoje estacionamento do Baú da Felicidade – foto Cassandra Mello

Beco do Oficina com a saída fechada e janelão, vistos do hoje estacionamento do Baú da Felicidade – foto Cassandra Mello

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As terras do Bixiga foram de Libertas, uma ex-excrava, proprietária da Chácara do Bexiga, que ía até a Avenida Paulista. Estas terras foram griladas, seu povo morador foi arrancado do seu Quilombo de que eram proprietários e jogados no Cortiço, nas “Cabeças de Porco.”

O mesmo pode voltar a acontecer agora, como já vem acontecendo: os moradores pobres, a riqueza do Bairro, que merece enriquecer-se no lugar que cultivou, estará toda ameaçada mais uma vez de ser levada para a mais remota periferia das periferias.

Já aconteceu com os os moradores do Prédio que foi da Caixa Econômica, entre eles Ariclenes Barroso, um de nossos mais talentosos jovens atores, vindo do nosso trabalho com as crianças do Bairro : O BEXIGÃO, que lá morava, teve de mudar-se pra bem longe do teat(r)o onde se formou, se forma e hoje trabalha profissionalmente.

Portanto acho justo tirar da clandestinidade este despejo que está sendo feito de parte do Corpo de um Teat(r)o, O Oficina, justamente no ano que comemora seus heróicos 50 anos de Vida Fértil no Bairro do Bixiga, Bela Vista.

Guerra pela paz.

Um grande abraço a todos que lutam com felicidade guerreira na Guerra, na Paz

e pela preciosidade do Meio Ambiente.

José Celso Martinez Corrêa

Amor Humor e Muito Mais

Texto sobre o Oficina na Questão de Crítica

quinta-feira, 9 de abril de 2009

“Bakhtin detecta na ‘vida da praça pública’ um ‘caráter não-oficial’ que atribui à liberdade das pessoas que ocupam esse espaço. Características essas que foram sendo ambicionadas nas encenações do grupo ao longo do tempo e que se materializaram espacialmente no Teatro Oficina Uzyna Uzona por meio do coro.”

Leia a íntegra do texto de Viviane Soledade na Questão de Crítica

Zé e Marcelo em Nova Orleans

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Alex Castro fotografou a passagem de Zé Celso e Marcelo Drummond por New Orleans. Abaixo os links para as fotos e para os posts que ele publicou em seu blog.

Flickr

Blog

Zé e Marcelo vagueiam por Nova Iorque

segunda-feira, 6 de abril de 2009

Teatherlab 1/2

domingo, 5 de abril de 2009

Em turnê pelos Estados Unidos, Zé Celso e Marcelo Drummond encontram-se com Gerald Thomas, Judith Malina, Flora Sussekind e o público no Theaterlab em Nova Iorque para assistirem à projeção de Bacantes, dvd recém-lançado do Festival Teat(r)o Oficina. Em seguida conversam sobre a cultura de Dionisos como mostra este vídeo fotografado por Marcelo Drummond. A segunda parte pode ser vista na tvuzyna.